Os ratos topolinos (também conhecidos por calungos, catitos, camondongos ou murganhos) são uma variedade da espécie Mus Musculus. Esta espécie pertence à família dos Murídeos (que correntemente são chamados ratos). Medem de 8 a 13 centímetros (a contar com as suas longas caudas) e pesam de 20 a 21 gramas. Infelizmente, vivem apenas cerca de um ano, podendo procriar a partir dos 42 aos 45 dias e fazendo-o de 6 a 8 vezes durante a sua vida. Geralmente apresentam uma cor branca com malhas negras, mas existem também topolinos de outras cores, como o castanho claro ou o branco limpo. A sua visão é pobre, sendo daltónicos, mas tanto o seu olfacto como audição são excepcionalmente desenvolvidos. São conhecidos por serem os mais frequentemente utilizados em experiências científicas, demonstrando um modelo aproximasegunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Mickey Mouse
Os ratos topolinos (também conhecidos por calungos, catitos, camondongos ou murganhos) são uma variedade da espécie Mus Musculus. Esta espécie pertence à família dos Murídeos (que correntemente são chamados ratos). Medem de 8 a 13 centímetros (a contar com as suas longas caudas) e pesam de 20 a 21 gramas. Infelizmente, vivem apenas cerca de um ano, podendo procriar a partir dos 42 aos 45 dias e fazendo-o de 6 a 8 vezes durante a sua vida. Geralmente apresentam uma cor branca com malhas negras, mas existem também topolinos de outras cores, como o castanho claro ou o branco limpo. A sua visão é pobre, sendo daltónicos, mas tanto o seu olfacto como audição são excepcionalmente desenvolvidos. São conhecidos por serem os mais frequentemente utilizados em experiências científicas, demonstrando um modelo aproximaquarta-feira, 10 de dezembro de 2008
"The Blade Runner"
Oscar Leonard Carl Pistorious nasceu a 22 de Novembro de 1986, no Sul de África. Conhecido por ser o homem mais rápido sem pernas, Oscar detêm o título pelos recordes dos 100, 200 e 400 metros paraolímpicos, sendo um símbolo de preserverança e força para deficientes de todo o mundo.Oscar Pistorious nasceu com a ausência de metade dos ossos dos pés e de ambas as fíbulas. As fíbulas são ossos paralelos às tíbias, ambos localizados na perna, abaixo do joelho. A tíbia é o osso ao qual, correntemente, se chama canela. Esta deficiência implica a reconstrução ou a amputação dos pés deficientes. Henke e Sheila Pistorious, pais de Oscar, optaram pela amputação dos pés do seu bébé, antes de que este começasse a tentar os primeiros passos, facilitando assim a sua adaptação. Durante a sua infância, este atleta admirável viveu como um rapaz normal, tentando sempre acompanhar o seu irmão, irmã e amigos nas brincadeiras. No tempo em que pertenceu à Pretoria Boys' High School, participou em todos os desportos imagináveis exceptuando, ironicamente, o atletismo. Oscar praticava todos os desportos com as suas próteses normais, até que, um dia, se lesionou a jogar rugby. Após esta lesão, o seu médico proibiu-o de praticar desporto com as suas próteses do dia-a-dia, o que levou Pistorious a tentar o atletismo, onde eram utilizadas umas próteses especiais, feitas em fibra de carbono. Oscar ganhou a sua primeira medalha de ouro com 17 anos. A partir daí, tornou-se um admirável atleta paraolímpico, quebrando recordes atrás de recordes. Aliou-se a vários biomecânicos empenhados no melhoramento destas magníficas próteses, participando nos testes e exames que eram feitos. Em 2007, Pistorious viu possível a concretização do seu sonho: Participar nos Jogos Olímpicos de Pequim, ao lado dos atletas sem deficiências. Contudo, embora Oscar respondesse a todos os requisitos, foi criada uma regra que impedia a participação de qualquer atleta que necessitasse de ajuda exterior para correr. Regra essa que atingia, como é claro, o atleta paraolímpico. Oscar não se deixou ir abaixo, pedindo para que fossem feitos testes que provassem que as suas próteses o favoreciam enquanto corria. Vários biomecânicos eram da opinião de que as próteses não poderiam devolver mais energia da que era enviada pela estrondosa força de Pistorious, mas ainda assim os testes realizados acabaram por provar que as próteses de fibra de carbono funcionavam um pouco como uma mola, oferecendo um maior impulso que as pernas normais. Oscar foi, então, banido dos Jogos Olímpicos, sendo obrigado a ficar-se pelo o mundo do Paraolímpico. O magnífico atleta não perde a força, afirmando que um dia ainda correrá ao lado dos atletas sem deficiências. Até lá, Oscar Pistorious continuará a ser um ícone para todos os deficientes físicos e não só. Símbolo de coragem e preserverança, é uma inspiração para qualquer pessoa no mundo, mostrando que não podemos desistir dos nossos sonhos e lembrando-nos: "You are not disabled by the disabilities you have, you are able by the abilities you have." Um obrigado e boa sorte para este espectacular jovem.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Senta-te aqui que eu sento-me aí...
Sabe bem trocar de lugares. Ser a pessoa em que alguém se apoia e não aquela que procura apoio. Decidi dar a mim mesma a responsabilidade de defender, consolar e acalmar a pessoa que mais precisa. A pessoa que mais perto estava de mim e que demorei mais tempo a ver, ou pelo menos ver o estado em que se encontrava. Já que nunca ninguém foi para mim aquele que ouve, compreende, acalma com palavras doces e carinhos ou com frases de força, achei por bem passar a sê-lo para alguém que o precisasse tanto ou mais quanto eu. E sabe espantosa e magnificamente bem. Sabe bem ouvir alguém dizer-nos que somos o seu poleiro, quando se fica cansado de voar. Sabe bem dar o meu abraço às lágrimas de outrem, que se sente tão perto de colapsar como já me senti. Consegui arranjar, de certa forma, um apoio através do apoio. Arranjei força pensando que preciso dela para erguer a pessoa que mais precisa. Fazer com essa pessoa as escolhas difíceis, acompanhá-la nos processos duros, animá-la quando há tempo para poder relaxar. Abdiquei do amor e da pessoa onde eu tanto procurava o mesmo apoio que hoje dou, para o dar a quem realmente precisa dele. E sabe bem. Sabe bem trocar de lugares.
domingo, 7 de dezembro de 2008
Sabor Efémero
Efémero como o existir de uma borboleta ou como o sabor de um rebuçado. Vem, agrada e desaparece, como um amor adolescente numas férias de Verão. Consome os pensamentos, controla os instintos, como o efeito de uma droga. Passa e deixa o seu rasto como uma chuva torrencial num Verão africano. Força-nos a oferecer resistência a doçuras inigualáveis, que chamam pelo corpo e pelos sentidos. Dura tanto quanto um orgasmo mas sabe tão bem ou melhor. A tudo se compara e a nada se assemelha. Vem, agrada e desaparece. Chega, chama e vai embora.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Sempre que encontro as respostas...
...a vida muda-me as perguntas. Porque é assim que ela funciona. É assim que mantêm o meu corpo em funcionamento. É assim que masturba o meu cérebro. Se não o fizesse cairíamos todos num mundo letárgico e parado, onde segundos são horas e horas são dias. Tudo existiria em transe... Em câmara lenta... Viveríamos em reticências e frases pausadas. Mas a vida não nos deixa. Obriga-nos a fazer escolhas a cada situação, cada hora, cada momento. Desde os mais importantes aos mais banais. Ela salva-nos de uma dificuldade de respiração, de movimento e de pensamento. Não nos deixa nunca sem perguntas. São as perguntas que nos mantêm vivos. Até quando dormimos, ela nos impede de cair no escuro e inexistente, obrigando o nosso subconsciente a tomar as rédeas. Ela obriga a nossa respiração, o bater do nosso coração, o fechar das pálpebras oculares. Controla-nos... Ajuda-nos a ser. Não temos controlo sobre a vida. E quem pensa que o suicídio é controlo, é parvo. O nosso corpo não perde a vida. As partículas que o constituem acabarão por existir noutro algo. Seja numa larva, num grão de terra, nas raízes de uma árvore. A vida existe em nós e controla-nos. Faz-nos viver, faz-nos sentir, faz-nos decidir, pensar e amar. A vida é tudo o que existe em nosso redor. A vida és tu, sou eu, é ele e é o outro. Todos somos vida, tudo é vida. Somos uns aos outros. E agora que encontro esta resposta... ela põe-me outra pergunta: "De onde proveio a vida?"
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Verdade inegável.
Afinal está cientificamente provado que os doces não engordam. Quem engorda és tu.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
As rotinas fazem-me prever o futuro
Todos os dias vivemos as nossas rotinas. As rotinas são máscaras para os nossos problemas interiores. Refugiamo-nos nelas, como se fossem trincheiras que nos protegem do inimigo, sendo que, na maioria das vezes, esse inimigo somos nós mesmos. Ocupamos a cabeça com a vida do dia-a-dia, procurando empurrar para um canto escuro e poeirento os tormentos da mente, que nos fazem admirar o vazio como se estivesse cheio. São não só um simples conjunto de actividades diárias e fixas, mas também um mecanismo de defesa. Contudo, esse mecanismo de defesa pode também apunhalar-nos pelas costas. Os movimentos automatizados que elas englobam acabam por ser, tal como já referi, automáticos, o que faz com que os consigamos realizar enquanto os nossos pensamentos voam livremente, sem ocupação ou preocupação para além daquelas que tentamos empurrar para o escuro. Quando chegamos a esse ponto, não temos grande hipótese senão viver e lidar com os problemas que se vêem livres para nos ocupar.
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