domingo, 18 de janeiro de 2009
Sem título II
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Filtros
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Inóspitos recantos
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Ramallah . Act Of Faith
but I can feel them snakes behind my eyes.
You'd probably pick up all of your shit and split
if you had any idea what's in my mind.
Oh, I need a favor, hon'.
I need a mercy done.
I guess I'm counting on your light.
I know I ain't what you thought
but with your help and pity HA!
we can make it alright.
Reach up with all of your light
make an act of faith and tear out my eyes.
Reach up with all of your faith
take your mouth off my dick and tear out my eyes.
Can you trust anybody? And do you know for sure?
Do you trust anybody in a world where no one is pure?
Can you trust anybody? And do you dare be sure?
Can you trust anyone? Anything?
Or are you fucking with your eyes shut?
6 de Outubro de 2008
Amo-te como amigo e como amante. Amo-te como se amam certas coisas que dizemos amar, mas não sabemos ao certo. Sabemos, no entanto, que são as únicas coisas que somos capazes de dizer que amamos. As únicas coisas nesta infindável biblioteca de objectos, momentos, sons, paladares, entre tantas outras, à qual chamamos vida. Até ao presente momento, foste tu o primeiro algo que fui capaz de, ainda que com medo e alguma incerteza, dizer que amo. Dizer que sinto amor. Esse sentimento que tanto e tão pouco se sente no coração da alma, que tão óbvio e tão discreto aparenta ser, consoante o momento, o estado de espírito, a forma de pensar. Pensar, eu penso e tu sabe-lo. Penso porque é uma actividade que nos massaja a personalidade, aquela única coisa que ainda nos distingue uns dos outros. Penso porque a pensar, eu sinto. Porque uma coisa está ligada à outra. O coração da alma ao coração do cérebro, o coração do cérebro ao coração do peito. Os únicos corações que preciso para sobreviver. Sinto que posso dizer que te amo, apenas porque acho que nenhum deles conseguiria viver sem ti. Porque preciso deles para ser eu, para ser vida. Porque preciso de ti. Da tua amizade, da tua paixão, do teu corpo, da tua personalidade. Foi a pensar que cheguei a tal conclusão. Foi o coração da alma que disse ao coração do cérebro. E agora aqui estou dizendo, ainda que com medo e alguma incerteza, que sinto amor por ti. Que amo. Que te amo. Não sintas em ti uma obrigação de responder, não o quero. Quero apenas que sejas tu e que saibas como me sinto.