Wander this world with tired hands, wander these streets a broken man
Been Through this time after time and it won't be the last, but I won't break again
Second lease on a terminal chance
Every step met with force and demands
Reclaim all that loved and destroyed
Belief lends a hand to the path of the strong
I want to know, need to know, my next lesson
I want to feel what's alive inside of me
I want to know, need to know, my impression
I want to look inside and see what's made to be
I want to know
Concede the loss of the some to fuel the life of others
The Unstoppable
Wondered alone, won't break again
Left forgotten and without hope, I still remain
Can't stop this heart, won't break again, forever as stone
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Unearth . Unstoppable
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Ela II
Entre os cobardes, ela teve a coragem. Ergueu-se e contou ao vento com um tom de voz alto e decidido quem era, como era e o que fizera. O vento respondeu-lhe com um assobio desinteressado. Não importavam os seus gritos, o vento não quis levar a verdade com ele. O vento decidiu que ela merecia viver com quem era, com como era e com o que fizera e respondeu-lhe que não queria carregar o peso da realidade. E ela aceitou a sua resposta sem reclamações, por respeito ao vento e por respeito à Natureza.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Ela I
Embora a sala estivesse cheia, ela sentia-se sozinha. Sentia que todos os seus desejos se tinham transformado em dogmas e que isso roubava de si todos os seus princípios e promessas. Era agora composta pelo nada. Não era corpo, não era vida, não era pessoa.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Quadras de António Aleixo
P'ra mentira ser segura
e atingir profundidade
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.
Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que, sem parecer o que são,
são aquilo que eu pareço.
Os que bons conselhos dão
às vezes fazem-me rir
por ver que eles mesmos, são
incapazes de os seguir.
Em não tenho vistas largas,
nem grande sabedoria
mas dão-me as horas amargas
lições de Filosofia.
Embora os meus olhos sejam
os mais pequenos do Mundo,
o que importa é que eles vejam
o que os homens são no fundo.
Muito contra o meu desejo,
sem lhe querer dizer porquê,
finjo sempre que não vejo
quem finge que me não vê...
Para triunfar depressa
cala contigo o que vejas
finge que não te interessa
aquilo que mais desejas.
Nas quadras que a gente vê,
quase sempre o mais bonito
está guardado pr'a quem lê
o que lá não está escrito.
Um grande senhor, este Aleixo haha
e atingir profundidade
tem de trazer à mistura
qualquer coisa de verdade.
Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que, sem parecer o que são,
são aquilo que eu pareço.
Os que bons conselhos dão
às vezes fazem-me rir
por ver que eles mesmos, são
incapazes de os seguir.
Em não tenho vistas largas,
nem grande sabedoria
mas dão-me as horas amargas
lições de Filosofia.
Embora os meus olhos sejam
os mais pequenos do Mundo,
o que importa é que eles vejam
o que os homens são no fundo.
Muito contra o meu desejo,
sem lhe querer dizer porquê,
finjo sempre que não vejo
quem finge que me não vê...
Para triunfar depressa
cala contigo o que vejas
finge que não te interessa
aquilo que mais desejas.
Nas quadras que a gente vê,
quase sempre o mais bonito
está guardado pr'a quem lê
o que lá não está escrito.
Um grande senhor, este Aleixo haha
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Oficina de Escrita . 20/01/09
Feito numa aula de Português. O objectivo era fazer um poema de 14 versos (regra que eu não respeitei) que começasse com o verso de Miguel Torga: "A vida é feita de nadas". Totalmente à pressão, como eu tanto odeio, saiu uma bela duma bostinha, mas veremos qual a opinião da stora. Aqui está a magnífica obra de arte que tão pouco prazer me deu a escrever:
A vida é feita de nadas.
É feita de poemas e rimas forçadas,
de escrever palavras obrigadas
a cair nesta folha, desamparadas.
Sobre o que se escreve
quando não sabe sobre o que se escrever?
Como se vive
se não se sabe para o que viver?
Como se aprecia a própria vida
se ela é feita de escuro e vazio,
de incompletudes e frio?
Como se transforma em poeta
alguém que como poeta nunca se sentiu?
Damos-lhe uma folha e mandamo-lo barafustar!
Sobre a falta de inspiração pomo-lo a refilar!
Falta de inspiração e a falta de objectivos!
E inconscientemente ele deixa o lápis deslizar,
e vai refilando acerca do porquê de estarmos vivos!
E enquanto tudo isto toma o seu lugar
vai rimando. O verso puxa a rima, a estrofe puxa o poema e o poema puxa o poeta
que tão entretido no refilanço, nem deu pela inspiração chegar.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Sem título III
Nunca pretendi magoar ninguém. Nunca pretendi enganar ninguém. Nunca pretendi roubar nada a ninguém.
Tudo o que eu possa ter feito que fez alguém sentir-se magoado, enganado ou alvo de furto, foi fruto da minha personalidade difícil. Fruto da minha teimosia e ciúme. Fruto da minha vontade de ter o que quero, a qualquer custo. Muito peso na consciência tenho, por sentimentos, ideias maliciosas e manias que já tive no passado. Nunca pretendi afastar ninguém de ninguém. Nunca pretendi romper qualquer elo que existisse. Nunca prentendi roubar nada. Deixei-me apenas, na minha inocência demoníaca, cumprir o que o meu ser complicado me ordenava.
Nunca pretendi magoar ninguém. Nunca pretendi enganar ninguém. Nunca pretendi roubar nada a ninguém.
Tudo o que eu possa ter feito que fez alguém sentir-se magoado, enganado ou alvo de furto, foi fruto da minha personalidade difícil. Fruto da minha teimosia e ciúme. Fruto da minha vontade de ter o que quero, a qualquer custo. Muito peso na consciência tenho, por sentimentos, ideias maliciosas e manias que já tive no passado. Nunca pretendi afastar ninguém de ninguém. Nunca pretendi romper qualquer elo que existisse. Nunca prentendi roubar nada. Deixei-me apenas, na minha inocência demoníaca, cumprir o que o meu ser complicado me ordenava.
Nunca pretendi magoar ninguém. Nunca pretendi enganar ninguém. Nunca pretendi roubar nada a ninguém.
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